Escolas com banda larga quase triplicam em 5 anos

Em 2012, 86% da rede pública urbana têm o serviço.   Neste ano, foram feitas 730 novas conexões de banda larga em escolas públicas urbanas, o que elevou o número de instituições de ensino atendidas para 59,9 mil – 2,7 vezes mais que as 21,5 mil conectadas no primeiro ano do programa (2008). O levantamento, do final de março, é da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Hoje, a cobertura é de 86% das 69,6 mil instituições de ensino que atendem aos critérios do programa, segundo o censo escolar de 2010, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao Ministério da Educação. Em 2008, essa proporção era de 38,3%, considerando que a quantidade de escolas da época era de 56 mil.

Programa

O Programa Banda Larga nas Escolas resulta de um compromisso voluntário das concessionárias de telefonia fixa firmado durante a mudança do Plano Geral de Metas para a Universalização (PGMU) do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC).

 Na época, as operadoras e o Ministério das Comunicações concordaram em instalar Postos de Serviços de Telecomunicações (uma espécie de lan house das operadoras) pela obrigação de levar a rede de telecomunicações de alta velocidade, o chamado backhaul, a todos os municípios até o fim de 2010. Por meio de aditivos contratuais, a mudança assegurou também a conexão das escolas públicas urbanas. Conforme o compromisso assumido pelas empresas, mesmo as novas escolas que surgirem durante a execução do programa estarão conectadas. Essa quantidade de escolas é dinâmica, não só porque são construídas novas unidades como também porque mais delas passaram a ser consideradas urbanas pelas prefeituras.

 Conexões de internet popular chegam a 1,2 milhão

Como parte do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), o número de conexões de internet popular já chega a 1,2 milhão. O serviço de ligação à rede mundial a R$ 35 mensais e com capacidade de 1 Mbps (megabit por segundo) começou a ser oferecido ao público, em outubro de 2011, após acordo entre as operadoras e o Ministério das Comunicações. Antes do acordo, algumas empresas ofereciam esse preço, mas de forma limitada a algumas cidades.

 O PNBL visa massificar a oferta de acessos banda larga à internet. A Telebras, antiga holding das empresas estatais de telefonia, foi reestruturada e reativada pelo governo para se tornar a operadora do backbone da rede pública nacional que será usada pelo PNBL. A meta para 2014 é chegar a 40 milhões de domicílios conectados à rede mundial de computadores.

Fonte: Guia das Cidades Digitais

Software Livre será adotado, em breve, pela União, Estados e Municípios

Foram aprovados, no dia 14 de Dezembro de 2011, pela Comissão de Desenvolvimento Econômico três projetos da deputada Manuela d’Ávila. Os projetos, após serem aprovados em todas as Comissões, serão publicados e entrarão em vigor.

Outra vitória da parlamentar foi a aprovação de seu relatório sobre a utilização de Software Livre. Manuela relatou o PL 2269/1999 e indicou em seu texto a adoção – por parte da administração pública e pelas empresas com controle acionário da União, Estados, Distrito Federal e Municípios – de programas de computador livres, conhecidos como Software Livre.

 “Com a aprovação do relatório na CTASP, promoveremos o aumento da competitividade da indústria nacional de software, o oferecimento de capacitação para trabalhadores do setor e a diminuição do gasto público com o licenciamento de programas de computador”, explicou Manuela.

Fonte: Software Livre Brasil

Aberta consulta pública ao edital do MiniCom para Cidades Digitais

Até 10 de janeiro de 2012, o Ministério das Comunicações (MiniCom) receberá sugestões, via Internet, ao primeiro edital do Projeto Cidades Digitais, que prevê a implantação de infovias em municípios brasileiros, com interligação de órgãos públicos locais e acesso público aos cidadãos. O objetivo é promover, por meio da incorporação e difusão das TICs, o aumento da eficiência administrativa, a implantação de serviços públicos eletrônicos, especialmente na área social, e a disseminação do acesso à internet para a população por meio de iniciativas locais. Os interessados em enviar contribuições podem acessar o edital neste endereço, mediante cadastro.

 O texto disponibilizado pelo MiniCom descreve o que é o Projeto Cidades Digitais e aborda sua relação com o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), além de detalhar os termos da seleção. De acordo com o edital, os serviços de infraestrutura, gerenciamento de rede e pontos de acesso público serão executados por empresa selecionada em licitação. Já a implantação de aplicativos nas áreas de Governo Eletrônico, Educação e Saúde será realizada pela Secretaria de Inclusão Digital do MiniCom, por meio de parcerias com outros órgãos do Governo Federal.

 Poderão apresentar projetos, segundo a proposta do MiniCom, prefeituras individuais ou consórcios de prefeituras. Será dada prioridade a propostas das regiões Norte e Nordeste, e de cidades com até 50 mil habitantes. O texto diz ainda que será garantido o atendimento a pelo menos uma proposta por estado da federação, dentre as apresentadas. A comissão de seleção avaliará quesitos relacionados à apresentação do projeto, à capacidade gerencial e técnica do proponente e à sustentabilidade e expansão do projeto.

 O ministério pretende iniciar o projeto em 80 municípios, e a expectativa é de que a seleção aconteça até o mês de abril. A proposta de orçamento para 2012 prevê R$ 40 milhões para a infraestrutura inicial do projeto, mas o texto do edital destaca que poderão ser aportados recursos provenientes de emendas parlamentares. Os governos municipais que quiserem ampliar o modelo básico do Projeto Cidades Digitais poderão buscar apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Além disso, o MiniCom avaliará possíveis parcerias que possam atuar como novas fontes de financiamento.

Fonte: Guia das Cidades Digitais

Opção Desligar sempre visível no Fedora

O lançamento do site oficial de extensões para o Gnome Shell apresentou novas funcionalidades e customização da interface gráfica. Uma delas é o Alternative Status Menu, que substitui o Menu de status padrão do Gnome mostrando as opções hibernar, suspender e desligar separadamente. Para instalar esta extensão clique aqui e em seguida no botão On/Off, será solicitado para instalar. Após a instalação a extensão já estará em funcionamento.

Fonte: www.lucasamorim.net.br